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terça-feira, 12 de julho de 2011

Os seis

Sabe quando nasci, no dia 16 de fevereiro de 2011. Tenho, aproximadamente, três meses de vida, só isso!? É, pois estou ainda aprendendo a ler; aprendi o ler, escrever e viver. Culpa de quem? Da professora FRANCISCA DE LOURDES. Ela, não me ensinou, não! Mas, sim, incentivou-me a fazer leitura, mastigar e consumir os textos. Despertou em mim o que já sabia, desde quando papai estava pensando em me formar com a mamãe. Bonito, né!? Agora, acordado, observo a tudo, ou quase nada.
      Ah! Eu quero falar também, do não só... mas também; como é lindo isto. Aprendi com quem? Ora, com a simpática educadora JEIVIANE JUSTINIANO, através da sua forma de ensinar ensinando um ensino dinâmico e ensinador, espera aí, tanto... quanto, o uso dos quês... fantástico!
      Dizem que rir elasticida a máscara facial, por esta razão, lembro-me do mestre WASHINGTON, meu educador. Dinâmico e piadista - com todo respeito! - inteligente; porém, esperto. Cobra mesmo! Exercitei fonética e lembrei casos sonoros que são demais, por exemplo, uma contração foneticamente ilariante: TELESÉ. Se Quindin me ouvisse agora! Ainda bem que o livro "Emília no país da gramática" está fechado agora; ou não!? Ele me sucumbiria. Então, posso dizer-te que tu não és "leso", professor, TELESOMERMO.
      Durante a semana, ao passar de cada hora, vivo a metodologia Paulofreiana. Existe esta composiçao aglutinativa, gramático Washington? Espera, posso responder! - Existe. Porque vivemos de Neologismos. Somos livres. Até quando soa a interjeição: Queridos! Não é, amada educadora VERA ANTUNES? Uma aula proveitosa e, ao mesmo tempo, contagiosa de afeição e carinho. Infelizmente, é só uma vez por semana.
      Partindo desta sobrenatural atenção, convém-nos analisarmos a literatura. Sempre tive esta disciplina. Literatura pra'qui, estudos literários pra'li; poesias, cintos, estórias, histórias, cantigas e etc. Mas o que é mesmo literatura? Não me responda SENHOR, DOUTOR, MESTRE, PROFESSOR, como posso definí-lo em, FÉLIX? Com o senhor, aprendi que a literatura está nesta folha de papel A4; cor branca; fonte dos caracteres 10, prestem atenção: este branco foi composto por primitivos, pre ser o que é; as letras aqui foram digitadas por dedos, que através da corrente sanguínea cerebral, conseguiram formá-las em palavras, mas antes teve um rabisco e um manuscrito numa outra folha, que sem a caneta não as escreveriam, assim para a formação deste texto. Portanto, pra ser caneta escritora, também passou por um processo de criação pra escrever e é por isso que escrevi. É isto, literatura é a composição do quê e dos porquês que nos rodeiam, na vida e morte; no material e espiritual; no plural e singular. Queremos ter mais aulas com o senhor, "O lente Félix!"
      Duas aulas semanais, não é o suficiente pra enrolar a língua. Ou é? Posso até afirmar, porque com a lígua espanhola falada, discutida, cantada e ensinada pela professorinha PAULA HARO, é 10! QUERÍA UNA ETERNIDAD DE CLASSES ESPANHOLAS, visando o mercado que é mesmo exigente. Espanhol dinâmico e carismático de instinto fluidor e conhecimentos metódicos envolventes. Agora sou seu aluno, orgulho-me disto... MUCHAS GRACIAS, MUCHAS... PROFESORA.
      Sendo assim, do eu até eles, somos um coral e uma poesia que sempre é regido e citada conforme a necessidade de cumprirmos o papel de estudante. E, nunca termos medo de errar, pois é nele; no erro, que aprendemos e alcançamos as excepcionais vitórias.

MUITO OBRIGADO, UNINORTE! OBRIGADO LPN01S1, MINHA TURMA!

De: Francisco Eriberto

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