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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Amazonário – Dicionário das coisas da Amazônia - Silvio Marchini


Da comida à dança, da história a lugares importantes, das plantas e animais aos seres encantados, esse dicionário reúne 101 ícones do universo amazônico. Devo dizer, porém, que não segui nenhum critério objetivo para escolher as palavras que compõem esse dicionário. O leitor pode ter suas próprias preferências e discordar das minhas escolhas.

Algum termo importante pode realmente ter ficado de fora da lista ou algum dos termos abaixo pode não ser assim tão relevante. Escolhi essas palavras tão somente pela importância que têm nas minhas próprias lembranças; lembranças de quem já morou em Manaus e Belém e trabalhou em diferentes cantos dessa região, da Serra do Navio no Amapá ao rio Tarauacá no Acre, de Mamirauá no Amazonas a Alta Floresta no Mato Grosso.

Justamente por isso, certos termos desse dicionário são mais relevantes em algumas partes da Amazônia e menos em outras. Pergunte a qualquer manauara se ele ou ela é caprichoso ou garantido e a resposta vai estar na ponta da língua. A mesma pergunta pode fazer pouco sentido fora do Amazonas. Belenenses dançam o carimbó, param para ver o Círio de Nazaré e não saem de casa sem antes comer açaí com tapióca.

Caboclos ribeirinhos dormem na rede apesar dos carapanãs, cultivam ervas no jirau, apertam a farinha no tipiti e dependem da canoa para descer o igarapé, os seringueiros de Xapuri são descendentes dos soldados da borracha, o desmatamento mudou mais a paisagem ao longo da rodovia Transamazônica do que nos igapós do rio Negro, e assim por diante.

Por se tratar de um dicionário, busquei definições enciclopédicas para cada um dos verbetes. A maioria dos links remete à Wikipédia. A Fantastipédia foi usada para palavras como “mapinguari” e “iara”. Muitos termos são exclusivamente amazônicos, como Alter do Chão, Teatro Amazonas e ciclo da borracha. Outros, porém, são mais gerais e ainda não estão devidamente descritos em seu contexto amazônico. Exemplos de tais termos são “canoa” e “piaçaba”.

A
Açaí
Amazonas
Amazônia
Anavilhanas
Andiroba
Alter do Chão
Aruanã
B
Balbina
Barões da borracha
Belém
Belo Monte
Boi-Bumbá
Boto-encantado
Boto-rosa
C
Caboclo (real)
Caboclo (fantástico)
Canoa
Caprichoso
Carapanã
Carimbó
Castanha-do-Pará
Chico Mendes
Ciclo da borracha
Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS)
Círio de Nazaré
Cobra-Grande ou boiúna
Cupuaçú
Curumim
Curupira
D
Desmatamento ou Desflorestamento
E
Encontro das Águas
F
Farinha
Floresta
Fordlândia
Forte do Castelo de Belém
Forte do Macapá
Forte Príncipe da Beira
G
Garantido
Guaraná
H
Harpia ou Gavião-Real
I
Iara
Igapó
Igarapé
Índio ou Indígenas
Ingá
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA)
J
Jari
Jarina ou Pau-marfim
Jirau
M
Mãe-da-seringueira
Mandioca
Maniçoba
Manaus
Mapinguari
Marajó
Mercado de Manaus
Monte Roraima
Muiraquitã
Museu Paraense Emilio Goeldi
O
Oiapoque
Onça-pintada
Orellana, Francisco de
P
Parintins
Peixe-boi
Piaçaba
Piranha
Pirarucu
Pororoca
Porto de Manaus
R
Rede
Reimoso
Rio Amazonas
Rio Negro
S
Sairé ou Çairé
Seringueira
Seringueiro
Serra do Navio
Soldados da borracha:
Sucuri
Sumaúma ou samaúma
T
Tacacá
Tambaqui
Tapióca
Tartaruga-da-Amazônia
Teatro Amazonas
Theatro da Paz
Tipiti
Transamazônica, Rodovia
Tucumã
Tucuruí
Tucupi
Tucuxi
U
Urucum
V
Vale do Javari
Várzea
Ver-o-Peso
Vitória Régia
X
Xapuri
W
Waimiri-Atroari
Y
Yanomami
Z
Zona Franca de Manaus

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